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Lifestyle

4 estratégias para aprender mais rapidamente

Publicado em 12-02-2019 por Cofina Conteúdos

Desenvolver novas competências, aprender uma língua estrangeira ou novas tecnologias é essencial para nos mantermos competitivos ao longo de toda a vida. Saiba como obter resultados de forma mais rápida e eficaz.

Por obrigação profissional ou por iniciativa própria, como forma de desenvolvimento pessoal, por exemplo, aprender coisas novas pode revelar-se mais fácil do que à primeira vista possa parecer.

Caneta e papel

Na era do digital, pode parecer um conselho desatualizado, mas são vários os estudos a afirmar que as notas tomadas em papel com caneta promovem uma melhor aprendizagem e retenção de novos conhecimentos. Se o computador ou tablet têm sido até agora companheiros inseparáveis em aulas ou conferências, muna-se de um bloco de notas e uma caneta e veja a diferença. De acordo com um estudo publicado no jornal Psychological Science, investigadores das universidades de Princeton e UCLA, nos EUA, concluíram que quem toma notas à mão está mais atento e obtém melhores resultados em questões conceptuais.

Para melhores resultados, é importante ouvir e tomar notas usando as próprias palavras, desenvolver um sistema de abreviaturas e símbolos para poupar tempo, deixar espaços em branco para preencher mais tarde, se necessário, com informação adicional, distinguindo aquilo que é importante do que é acessório, daí não ser necessário escrever frases completas; sínteses com o que é relevante são o suficiente.

Acrónimos e mnemónicas

Recorrer a acrónimos e mnemónicas facilita a aprendizagem, por isso não hesite em usar e abusar, se for caso disso. Trata-se de truques que ajudam a memorizar e a reter grandes quantidades de informação através da associação de letras ou sons e rimas, por exemplo, como “Trinta dias tem novembro/abril, junho e setembro/Com vinte e oito só há um/ Os restantes trinta e um.”

Variedade

Recorrer a diferentes meios para aprender é outras das técnicas recomendadas. Ler as notas e o manual, ver vídeos ou ouvir podcasts ou outro elemento áudio sobre o mesmo tema – não ao mesmo tempo; o multitasking não é uma boa forma de reter informação – obriga a que diferentes partes do cérebro sejam estimuladas, facilitando a associação de informação e respetiva retenção, mais do que a simples memorização.

Sono em dia

Se, tal como um número significativo de portugueses, não dorme o suficiente, esta é uma excelente oportunidade para alterar os seus hábitos de sono (e passar a dormir as 7-8 horas recomendadas para os adultos) e ver resultados não só ao nível da aprendizagem, mas do seu bem-estar em geral, já que a falta de sono está associada a fadiga, quebra de produtividade, irritabilidade, ansiedade e distúrbios do humor, entre outros problemas.

Dormir bem promove a memorização, especialmente quando o sono ocorre nas 12 primeiras horas após a aprendizagem de novos conhecimentos, alegam vários estudos. Dormir bem é também essencial para preparar o cérebro para a memorização posterior de informação, razões mais do que suficientes para se “desligar” a tempo de fornecer ao seu organismo as horas diárias recomendadas de sono.