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7 Dicas para congelar e descongelar bem os alimentos

Publicado em 27-04-2018 por Cofina Conteúdos

O congelamento é uma ótima forma de ter uma refeição sempre à mão ou, pelo menos, os ingredientes necessários disponíveis. Permite ainda poupar tempo e dinheiro. Ficam algumas dicas para os melhores resultados

Pão, iogurtes, ovos, carne, peixe, marisco, legumes, fruta, massas ou bolos. São poucos os produtos que não se podem congelar, o que torna esta forma de conservação bastante prática e ideal para evitar o desperdício de alimentos e, simultaneamente, poder ter sempre disponíveis ingredientes para a preparação de refeições sem precisar de ir às compras diariamente, até mesmo ingredientes fora de época. Trata-se igualmente de uma boa forma de poupar no orçamento familiar, já que pode aproveitar as promoções de carne ou peixe, por exemplo, para comprar em atacado, bem como produtos de época, mais baratos do que fora da estação.

 

1. Antes de congelar

Para preservar os alimentos nas suas melhores condições, há alguns cuidados que não deve descurar. Antes de mais, deve certificar-se “de que os alimentos que pretende congelar se encontram em boas condições” e separá-los “por tipo/natureza, embalando-os adequadamente, de modo a evitar a transmissão de cheiros e a própria desidratação desses alimentos”, recomenda a ASAE. Deverá ainda colar uma etiqueta ou escrever na embalagem dos “alimentos que irão ser congelados, com a indicação do tipo de alimento e a respetiva data de congelação”, adianta o mesmo organismo.

Não coloque alimentos quentes no congelador, porque pode provocar alterações de temperatura no interior do mesmo e comprometer a segurança alimentar. Deixe-os a arrefecer à temperatura ambiente – não mais do que duas horas – ou, melhor, “arrefeça-os rapidamente, por exemplo, colocando os recipientes, com pouca quantidade de alimento, em água gelada ou mexendo algum tempo seguido”, recomenda a ASAE.

Uma das melhores formas de guardar os alimentos para congelação é em sacos próprios com fecho hermético, que têm a vantagem de ocupar menos espaço do que caixas de formatos variados e permitem eliminar o máximo de ar, o que evita as queimaduras de gelo nos produtos, podendo ser utilizados inclusive para alimentos líquidos, como sopa. Em alimentos embalados a vácuo, mantenha-os na embalagem original, exceto se estiver danificada.

 

2. Controle as doses

Congele os alimentos em doses realistas, de acordo com o número de pessoas que vão consumi-los. Adeque as doses às quantidades consumidas por refeição. Em vez de congelar uma caixa grande de feijoada, por exemplo, divida-a por duas ou três, para não sobrar ou ter de descongelar necessariamente. Também não adianta congelar dois quilos de bife, se em cada refeição só se consumir meio quilo, por exemplo.

 

3. Vegetais

No caso dos vegetais frescos, “uma rápida imersão em água fervente” com passagem logo de seguida “por água fria (‘branqueamento’) antes da congelação (…) inativa as enzimas que promovem a degradação dos vegetais e ajuda a manter a cor”, refere a ASAE. Fruta e legumes com elevado teor de água, como morangos ou tomate, podem ficar moles após descongelação, pelo que é preferível serem utilizados em receitas que implique cozinhá-los. As bananas devem congelar-se sem casca, em sacos ou caixas – se as triturar na liquidificadora ou robô, assim que as retirar do congelador obterá um gelado saboroso, saudável e nutritivo, ideal para os dias mais quentes.

 

4. Queijo

Exceção feita ao queijo de pasta mole, que pode sofrer alterações na textura, pode congelar facilmente queijo, embalando-o de modo a evitar o contacto com ar.

 

5. Ovos

Se tiver mais ovos do que aqueles que pensa consumir no período aconselhado para o efeito, congelá-los é a melhor opção. Mas não pode ser com casca. Separe as gemas das claras e acondicione num saco hermético ou caixa ou, no caso de querer aproveitar para ovos mexidos ou omeletes, bata-os conjuntamente e acondicione da mesma forma. Para usar, basta descongelar, de preferência no frigorífico. Se quiser bater as claras em castelo, retire-as do frigorífico uns minutos antes, porque o resultado final é melhor com as mesmas à temperatura ambiente.

 

6. Carne e peixe

É perfeitamente seguro congelar carne e peixe, desde que colocados no congelador antes de o prazo de validade para o seu consumo chegar ao fim. Em caso de dúvida, é sempre preferível cozinhá-los antes. De preferência, o melhor é sempre congelar quando chegar a casa, se não utilizar para consumo imediato.

 

7. Descongelar

Antes de usar, retire a embalagem pretendida do congelador e deixe descongelar umas horas no frigorífico – nunca fora – ou utilize o micro-ondas, na função indicada para o efeito. Colocar os alimentos congelados num tabuleiro de alumínio ajuda a acelerar a descongelação. Funciona especialmente bem com alimentos espalmados, como carne ou peixe, ou congelados desta forma, como acontece especialmente se for em saco, dado haver uma maior área de contacto com o alimento.

No caso de carne e peixe, deve esperar que descongelem totalmente para libertarem toda a água. Deixá-los num escorredor algum tempo antes de os confecionar é uma boa opção.

Atenção: os alimentos não devem ser congelados mais do que uma vez, a não ser que sejam cozinhados antes, como acontece se descongelar carne picada para fazer lasanha e congelar depois a refeição preparada.