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Adolescentes: aumentar as poupanças em simples passos

Publicado em 04-10-2019 por Cofina Conteúdos

Dependentes na sua maioria da mesada dos pais e regra geral sem outra fonte de rendimento adicional à exceção das prendas de aniversário e Natal, não é fácil poupar quando se é adolescente, mas é possível.

Conseguir o dinheiro para aquilo que se gosta quando se é adolescente, altura em que as aulas ocupam grande parte do tempo e/ou não se tem idade mínima para trabalhar – 16 anos –, pode revelar-se algo difícil, mas com alguma iniciativa, planeamento e paciência, é exequível.

Com o objetivo em mente e confirmado o melhor negócio possível, o que implica algum trabalho em busca do melhor preço ou melhor relação qualidade-preço, é hora de fazer contas e envidar esforços para o conseguir o mais rapidamente possível.

Para assegurar que não se gasta aquilo que se poupou, o ideal é ter uma conta para o efeito ou dar aos pais para guardarem. Desta forma a tentação é menor. Para ter uma noção exata do que já tem e quanto ainda falta, é bom anotar tudo, numa folha de cálculo do Excel ou numa aplicação para o efeito.

Vender o que já não se usa ou gosta

Da roupa aos jogos, telemóvel e outros dispositivos eletrónicos, não faltam artigos usados para vender e assim ganhar algum dinheiro para aumentar as poupanças. Passa-palavra, redes sociais, sites de classificados na net e lojas de segunda mão são um bom ponto de partida. E quem sabe os pais e demais familiares não dão uma ajuda, cedendo artigos que possam ser vendidos. Atenção, têm de estar em boas condições.

Trabalhos pontuais

Para se trabalhar no nosso país é geralmente necessário ter 16 anos, mas entre familiares, amigos, vizinhos e conhecidos, poderá haver quem recompense atividades. Passear o cão, petsitting nas férias, babysitting ou ir, por exemplo, buscar os filhos de um vizinho à escola, lavagem de carro, são algumas das ideias a explorar. Para os bons alunos, já no secundário, há também a possibilidade de darem explicações.

“Contrato” familiar

Negociar com os pais – e porque não com os avós ou tios, por exemplo? – é outra das possibilidades para muitos adolescentes. Há sempre alguma tarefa que pode ser disponibilizada em troca de uma retribuição: assegurar que o lixo é reciclado e colocado no respetivo contentor, passar a ferro, fazer as compras diárias, ajudar nas reparações, ajudar na manutenção do automóvel (verificar o óleo e o líquido de refrigeração, lavar e aspirar, por exemplo), entre outras a discutir. Em muitos casos, é possível também negociar notas ou médias; é uma questão de se experimentar.

Mais de 16 anos ou escolaridade obrigatória?

Os adolescentes a partir dos 16 anos ou com escolaridade obrigatória (e de acordo com o estipulado legalmente sobre esta matéria) podem já trabalhar legalmente. Para conseguir conciliar com o estudo, o ideal é optar-se por um part-time durante o período letivo e, se houver disponibilidade para isso, a tempo inteiro, por exemplo, algumas semanas durante as férias. Cadeias de fast food, supermercados, cafés/restaurantes, lojas, são normalmente sítios com procura e, por isso, bons locais para iniciar a pesquisa de mercado.