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Crowdfunding: dicas para investir

Publicado em 18-02-2019 por Cofina Conteúdos

Se procura uma solução de investimento, o crowdfunding pode ser a alternativa à medida das suas necessidades.

Descontente com as taxas de juro oferecidas pelos bancos? Optar pelo equity crowdfunding, ou financiamento coletivo ou colaborativo, é uma das formas possíveis de investir o seu dinheiro e obter rendimentos no futuro. Apresentamos-lhe quatro aspetos a ter em atenção.

Crowdfunding, o que é?

Como o nome indica, trata-se de financiamento feito por um vasto número de pessoas que se tornam pequenos investidores para financiar projetos que considerem não só interessantes mas com potencial de desenvolvimento. Atualmente podem considerar-se dois tipos de financiamento: o crowdfunding por recompensa para financiamento de projetos/produtos e o equity crowdfunding para financiamento/investimento de startups ou imobiliário.

No crowdfunding por recompensa, cujos sites mais reconhecidos são o Kickstarter e o Indiegogo, quem financia recebe em troca uma compensação que pode ser uma cópia de um videojogo que ajudou a lançar ou a possibilidade de adquirir o produto financiado a preço inferior ao do mercado, por exemplo. Neste modelo, mesmo que o projeto tenha um sucesso brutal, os financiadores não recebem qualquer percentagem dos lucros.

No equity crowdfunding, os investidores têm direito a uma percentagem no capital da empresa. Dada a crescente popularidade do modelo, tem vindo também a aumentar o número de plataformas destinadas a “reunir” financiadores/investidores com os empreendedores. É o caso, por exemplo, da Raize, da Seedrs, da Clicinvest, bem como da Indiegogo, que também já se lançou no equity crowdfunding, entre outras, ou da Portugal Crowd ou da Housers, estas duas últimas destinadas a quem pretender investir no mercado imobiliário.

Diversidade

De acordo com Mulligan, cofundador do Crowdability – um site informativo sobre investimento desenvolvido para fornecer às pessoas ferramentas formativas e educativas que as ajudem a investir de forma informada e proteger melhor o seu dinheiro -, diversificar os investimentos, “distribuindo” o dinheiro por várias startups que considere vencedoras, em vez de concentrar apenas numa, é uma boa aposta a seguir a médio e longo prazo.

Modelo de negócio

Perceber o modelo de negócio é outro dos aspetos que não deve descurar e para isso deverá, entre outros aspetos, tentar perceber qual a probabilidade de sobrevivência no mercado e de que forma é que se vai processar o retorno do investimento, etc. Importante mesmo é não deixar qualquer questão que tenha por esclarecer.

Trabalho de fundo

Na medida do possível, convém fazer os trabalhos de casa sobre a startup em que pretende investir, fazendo alguma pesquisa sobre o(s) fundador(es). Startups com três fundadores têm uma maior percentagem de sucesso do que as com apenas um, de acordo com Mulling.

Capacidade de investimento

Neste modelo de investimento, o retorno não chega quando se quer – não é como na bolsa, em que pode vender as ações no dia seguinte se assim o decidir –, por isso é conveniente não investir dinheiro que pense poder vir a precisar a curto ou mesmo médio prazo.