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Lifestyle

Reciclagem: cinco mitos desmistificados

Publicado em 18-10-2018 por Cofina Conteúdos

Anualmente produzimos muitos milhões de toneladas de lixo em todo o mundo. Ao reduzir esta quantidade, reciclar permite poupar recursos naturais, energia e ajudar a proteger o ambiente. Numa escala global, os benefícios são muitos. Junte-se a esta causa

O lixo produzido anualmente em todo o mundo é 2,2 mil milhões de toneladas. Uma quantidade que se deve ao facto de muito daquilo que compramos ser deitado fora no espaço de seis meses. Nos países da OCDE, produz-se quase metade do lixo mundial; África e Sul da Ásia são as zonas com valores mais baixos. Os números são do World Bank Group e demonstram uma clara necessidade de reciclar mais. Estamos ainda muito aquém do que seria desejado, o que entre nós – mas não só – pode dever-se a algumas ideias mitos ainda vigentes que procuramos desmistificar:

1. Os esforços de reciclagem não têm grande impacto global

Reciclar afeta positivamente não só o ambiente, mas também a economia. Promove a criação de empregos, a diminuição das despesas relacionadas com o lixo, a redução do impacto dos aterros, o menor recurso a matérias-primas e recursos naturais, entre outros.

2. Não há ecopontos suficientes

Atualmente, de acordo com a Sociedade Ponto Verde, há 40 mil ecopontos espalhados pelo país, o triplo sensivelmente mais do que caixas multibanco. Há ainda municípios onde existe recolha e embalagens porta a porta.

3. Gasta-se muita água para lavar as embalagens

Não é preciso lavar as embalagens antes de as colocar no ecoponto – basta escorrê-las. Devem, no entanto, ser espalmadas, dado ocuparem menos espaço nos contentores, até mesmo em sua casa, o que reduz o número de deslocações do ecoponto para o centro de reciclagem.
Atenção: o papel “sujo” de gordura, como o proveniente de pizza, frango assado, por exemplo, ou de outras matérias orgânicas, como fraldas, papel higiénico, kleenexes, etc., não deve ser colocado nos ecopontos, mas junto com os demais resíduos orgânicos.

4. Os produtos feitos de material reciclado são de qualidade inferior

A criação de produtos a partir de material reciclado evoluiu muito desde o seu início. O papel, por exemplo, já não tem nada que ver com o bege-acinzentado e algo áspero de então, tendo hoje de responder a requisitos bastante exigentes não só em termos de sustentabilidade, mas também de qualidade, durabilidade e inclusivamente de estética.

5. Todos os plásticos e metais podem ir para o ecoponto amarelo

Conhecido como o contentor para plásticos, embalagens e latas, no ecoponto amarelo não se devem colocar giletes, talheres, alguidares e baldes de plástico, garrafões de combustível, roupa usada, pilhas ou baterias, luvas de borracha, tachos e panelas. As embalagens de esferovite, frequentemente alvo de dúvida, devem ser colocadas no ecoponto amarelo. Já os CD e DVD, que não podem ser deitados neste ecoponto, podem ser entregues na rede Pickup, da Chronopost. Consulte os pontos de recolha junto da sua área de residência.