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Comprar portuguêsComprar português

Comprar português

Comprar português

Preferir produtos nacionais é estimular a economia e ajudar a criar e a garantir empregos, é celebrar tudo aquilo que o país produz e, simultaneamente, reduzir a poluição e a nossa pegada de carbono.

“O que é nacional é bom.” A frase, que há muito ficou nos ouvidos de sucessivas gerações, traduz um sentimento crescente junto de muitos consumidores, cada vez mais adeptos de comprar produtos made in Portugal, não só como forma de fomentar a economia, mas também porque comprar localmente contribui para a sustentabilidade do planeta e diminuição da nossa pegada ecológica.

Juntos somos mais fortes

Numa altura em que os efeitos da pandemia de covid-19 a nível socioeconómico são impossíveis de ignorar, consumir de forma responsável e consciente passa por comprar português, contribuindo todos um pouco para ultrapassar esta crise e ajudar a reerguer o país, procurando ainda fortalecê-lo neste processo.

Apostar nos produtos nacionais, nos pequenos, médios e grandes produtores e empresas deverá ser um dos primeiros passos a dar. E não faltam iniciativas neste sentido.

#MadeInPortugal

Comprar o que é nosso é um dos motes recorrentes, em muitos casos viral, desta fase pandémica que estamos a viver e as redes sociais, como o Facebook, um dos principais veículos para o divulgar, através de grupos como o Comprar Português e o Reerguer Portugal – Ajude o seu país e os portugueses em que diariamente são partilhados contactos de produtores, empresários, artesãos, vendedores, que encontraram assim uma forma de divulgar os seus produtos e comercializá-los. Fruta e legumes, vestuário, calçado, mobiliário, arrendamento de casas para férias e alojamento turístico, refeições takeaway… as listas têm crescido de dia para dia permitindo, muitas vezes, adquiri-los sem precisar de sair de casa.

Também alguns minutos no Instagram dão-lhe acesso a um vasto leque de criadores nacionais que pode seguir. Diversidade, criatividade, talento e qualidade são as palavras-chaves num universo abrangente, do vestuário ao calçado e swimwear, da joalharia ao design gráfico, da decoração à alimentação onde abundam agradáveis surpresas. Dê uma espreitadela.

Do produtor para a sua casa

Com uns simples cliques nos motores de busca é possível aceder às ofertas de inúmeros produtores nacionais, espalhados por todo o país, muitos deles de produção biológica/orgânica que entregam produtos ou cabazes regularmente em casa ou num local escolhido para o efeito, com a garantia de, semanal ou quinzenalmente, ter produtos frescos sazonais para consumir. Entre eles encontra-se o Prove Linda-a-Velha, Horta da Maria, Confraria da Horta, HortosintraBio em Casa, OrganicA – Associação de Promoção de Agricultura Biológica (Madeira) por exemplo.

Feiras e mercados

Feiras e mercados locais são uma excelente forma de comprar nacional, fresco e bom, numa oferta que pode ultrapassar e muito a fruta e os legumes. Do pão aos queijos e enchidos, passando por loiças e têxteis, alfaces e outros legumes para semear e ver crescer em casa, a oferta é surpreendente e um regalo para os olhos – nalguns casos, a forma como os produtos são dispostos revela-se uma verdadeira obra de arte.

E o melhor de tudo é que não faltam mercados nem feiras de norte a sul do país, ilhas incluídas, de produtos alimentares ou artigos em segunda mão. Informe-se nas redondezas ou vá mais longe, garantimos que a deslocação vale bem a pena. E se está já em férias ou ainda a aguardar, não se esqueça de se informar sobre os locais e datas onde os encontrar.

Deixamos-lhe alguns dos muitos à sua espera:

  • Feira Quinzenal de Ponte de Lima, a mais antiga do país (quinzenal, segundas-feiras): pão e produtos regionais, legumes, vestuário, antiguidades, velharias, etc.
  • Feira da Vandoma, Porto (sábados de manhã): louça, roupas, mobiliário, livros, discos e artesanato em segunda mão
  • Feira da Vista Alegre ou dos 13, Ílhavo (todos os dias 13): géneros alimentares de agricultores/produtores locais, roupas, flores e plantas, bricolage, produtos típicos, etc.
  • Feria do Relógio, Lisboa (domingos, 7-14h): produtos alimentares, roupas, calçado, quinquilharias e móveis
  • Feira de Almoçageme, Colares (3.º domingo do mês, 8h-13h): fruta e legumes frescos de produtores locais e outros produtos regionais como pão, mel, bolos e flores.
  • Mercado de Estremoz (sábados de manhã):  frutas, hortaliças, cereais, azeite, queijos, azeitonas, enchidos e animais, que podem ser adquiridos diretamente ao produtor. A par deste mercado, tem também a Feira de Antiguidades e Velharias.
  • Mercado Semanal de Produtores e Mercado Semanal Fonte Santa, Quarteira (quartas-feiras, 8h-14h): frutas, legumes e outros bens alimentares, artesanato, têxteis, etc.

Como identificar os produtos nacionais

Segundo a DECO, “nos produtos vendidos a granel, é bastante fácil identificar a nacionalidade.

  • Nas frutas e nos legumes, a origem tem de estar afixada junto do preço.
  • Na carne fresca, refrigerada ou congelada de animais das espécies ovina ou caprina, suína e aves de capoeiras, a menção ‘Origem Portugal’ só pode ser utilizada caso o operador da empresa prove que a carne foi obtida a partir de animais nascidos, criados e abatidos em Portugal.
  • No peixe, poderá encontrar essa informação através da zona de captura”.

No que respeita os alimentos embalados, de acordo com a mesma fonte, “apenas a fruta, os vegetais, o azeite, o mel e a carne bovina têm obrigatoriedade de indicar o país de origem na rotulagem”.

560

Habitue-se a olhar para o código de barras dos produtos que pensa adquirir: se começar por 560, significa que os produtos ou são feitos em Portugal ou distribuídos por uma empresa portuguesa. Para ter a certeza de que a matéria-prima é nacional, verifique o rótulo e/ou embalagem.