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Casa

Como escolher o seu frigorífico

Publicado em 09-03-2018 por Cofina Conteúdos

Tratando-se de um dos eletrodomésticos mais importantes da casa, se não mesmo o mais importante, exceto para quem não come de todo em casa, a escolha do frigorífico deve ser feita em função das necessidades de toda a família. Por isso, não se precipite.

Durabilidade e poupança energética – dado o peso na fatura da eletricidade – são alguns dos fatores mais importantes na hora de escolher o seu frigorífico, mas é também essencial ter em consideração a área ocupada. Antes de começar a ver modelos e apaixonar-se por um ou outro, meça bem o espaço que tem disponível para o colocar – se estiver a pensar num frigorífico americano, com as áreas de congelação e refrigeração lado a lado, verticais, meça também a largura das portas por onde terá de passar porque alguns não cabem. Veja também em que direção é que a porta deve abrir e, caso escolha que abra na direção oposta, peça para alterarem antes de lho entregarem.

Eficiência energética

Olhar para a etiqueta que lhe dá a indicação do consumo energético é essencial – convém não esquecer que o frigorífico está sempre ligado – para evitar que a conta da luz dispare. A escala de eficiência vai de A+++, a mais eficiente, a G, a menos eficiente. Apesar de B ser também um valor económico, o ideal é sempre a opção A.
Nesta etiqueta encontra ainda uma barra com estrelas que definem o prazo máximo de conservação dos produtos congelados, variável com a temperatura de conservação, correspondendo uma estrela ao prazo mínimo e quatro estrelas ao prazo maior.

Quantas pessoas

A escolha de um frigorífico deve ser também feita em função do número de pessoas a que se destina e prende-se com a capacidade do frigorífico, medida em litros (l), informação que consta da etiqueta referida anteriormente. Por norma, conta-se com 40-60 litros por pessoa. Convém igualmente ter em conta a capacidade individual da área de refrigeração e de congelação – se na sua casa se recorre a muitos congelados, convém investir num aparelho com boa área de congelação.
Para duas pessoas, um frigorífico até 250 l é o ideal; para famílias de 3-4 elementos, a aposta deverá recair num de 251-300 l; para 4-6 pessoas, já será aconselhável um de 301-350 l; se forem 6-8 pessoas, a melhor capacidade varia entre os 351 e os 400 l; no caso de famílias mais numerosas, é de considerar um com capacidade superior a 400 l – os americanos são uma boa escolha.

Tipo

Com ou sem congelador? Com congelador em baixo ou na parte de cima? Combinado? Estas são algumas das questões a colocar. A resposta dependerá das suas necessidades e do tipo de utilização que dá a este eletrodoméstico. Se costuma cozinhar sobretudo com alimentos frescos, um modelo com congelador em baixo permite-lhe um acesso mais fácil a estes alimentos, por exemplo. Se consumir bastante fruta e legumes, é talvez de considerar um modelo com compartimentos especiais para este tipo de alimentos. Se precisar de uma boa área de congelação, os combinados – compostos por duas zonas separadas com capacidade semelhante – podem ser a opção mais acertada. Se o recurso a congelados for diário, o congelador no topo, de fácil acesso, será provavelmente a escolha acertada. Se precisar de grande capacidade de armazenamento, explore a oferta de frigoríficos americanos, são talvez o que precisa. Atenção, no entanto, às dimensões. Muitos não passam nas portas de dimensões tradicionais.

Sistema de frio

Outro dos aspetos a ter em conta aquando da compra de um frigorífico é o sistema de frio, nomeadamente no que se refere à formação de gelo, frequência de descongelação, recuperação da temperatura interior após utilização do frigorífico. Entre as opções disponíveis, tem:

  • No Frost – Não acumulam gelo nos compartimentos e recuperam rapidamente a temperatura após utilização, o que implica um aumento de consumo energético;
  • Low Frost – Formação de gelo reduzida tanto na área de refrigeração como de congelação, não exigindo por isso descongelações frequentes. A humidade no interior traduz-se numa melhor preservação dos alimentos;
  • Estático – Gerado por gás, o frio começa por arrefecer as paredes do aparelho e depois o ar e os alimentos, o que se traduz numa maior lentidão para recuperar as temperaturas pretendidas. Exige pelo menos duas descongelações anuais;
  • Ventilado – Como o nome indica, este sistema assenta na circulação de ar, mantendo a temperatura homogénea que permite uma melhor conservação dos alimentos.

Orçamento

Atualmente, é possível encontrar frigoríficos dos mais variados preços e se os mais baratos rondam os 300 euros aproximadamente, os mais caros podem implicar um rombo de 3000 euros ou mesmo 7500 ou mais na carteira, se optar pelos topo de gama, modelos inteligentes que, entre outras funcionalidades, incluem a elaboração de listas de compras, disponibilização de receitas, de acordo com os ingredientes no seu interior, ouvir as suas músicas preferidas enquanto cozinha ou mesmo ver filmes. Antes de começar a escolher opções, faça bem as contas e defina o seu orçamento para este aparelho. E, claro, não se decida sem uma boa pesquisa e comparação de preços.