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Motores

Escolher o óleo para o motor do seu automóvel

Publicado em 18-01-2019 por Cofina Conteúdos

Essencial para a proteção do motor do seu automóvel e para a sua performance, o óleo do motor – bem como respetivo o filtro – é algo que não deve descurar.

Além de lubrificar as peças móveis do motor, o óleo do motor reduz o seu desgaste, prolongando-lhe simultaneamente a vida, limpa os resíduos que possam afetar o seu funcionamento e ajuda-o ainda a arrefecer, daí a importância de o escolher bem e substituí-lo com regularidade.

Tendo isto em atenção, é natural que à primeira vista, escolher o óleo para o seu carro possa parecer complicado, especialmente depois de se confrontar com seleção extensa e variada que encontra nas casas da especialidade, estações de serviço e mesmo hipermercados. O melhor ponto de partida é o manual do seu automóvel, onde encontra o tipo de óleo recomendado pela marca. Depois convém estar atento à viscosidade do óleo, se é mineral ou sintético, e aos aditivos, bem como o tipo de combustível.

Mineral ou sintético?

O óleo mineral resulta da destilação do petróleo, recomendando-se a sua substituição a cada ano sensivelmente. O óleo sintético, tal como o nome indica, resulta da transformação em laboratório. Funciona com uma maior amplitude de temperaturas, mantém a estabilidade durante mais tempo, melhoram a proteção do motor e apresentam uma maior eficácia na remoção de detritos acumulados no motor. Devem ser substituídos de dois em dois anos, aproximadamente.

Viscosidade

A viscosidade, resistência de um fluido ao escoamento, é outro dos fatores a ter em conta na hora de selecionar o óleo e encontra-se indicada numa série de números intercalados pela letra W nas embalagens dos óleos. O primeiro número antes do W indica a viscosidade a baixas temperaturas do ar e o número após o W a viscosidade com temperaturas elevadas do ar. Trata-se da classificação SAE (Society of Automotive Engineers) – Sociedade dos Engenheiros Automóveis norte-americanos para definição das diferentes faixas de viscosidade.

Nos automóveis novos ou com poucos anos de rodagem, aconselha-se a optar por óleos com menos viscosidade entre os recomendados – consultar manual ou profissional especializado em caso de dúvida. Com o avançar dos anos e dos quilómetros acumulados no veículo, convém optar por um grau de viscosidade a quente a mais, que ajuda a retardar o desgaste do motor, dado reduzir a fricção entre as peças, mais desgastadas agora com a idade.Promove ainda um melhor rendimento.

Aditivos

Em condições normais, não é necessário recorrer a aditivos para o óleo de motor, recomendados já para condições extremas de temperatura ou para condução no limite das rotações. Todavia, se pretender aumentar a vida útil do seu motor, através da redução do desgaste, são uma boa opção, além de que podem prevenir problemas mais dispendiosos no futuro.

Tome nota. Quando mudar o óleo, não se esqueça de trocar igualmente o filtro de óleo, essencial para manter o óleo nas melhores condições de limpeza e na proporção ideal e assim dar mais vida ao motor.