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Casa

“Gastos-formiga”: o que são e como evitá-los, poupando mais?

Publicado em 20-03-2019 por Cofina Conteúdos

Chega ao final do mês com a carteira vazia? A culpa pode ser dos pequenos gastos diários que não está a contemplar no seu orçamento.

Uma ida ao café com amigos após o trabalho, um almoço fora, aquele doce que não estava previsto para aliviar os dias de maior stress, a compra de mais uma garrafa de água porque não levou de casa, entre outras hipóteses possíveis, são exemplos de pequenos gastos que por norma não incluímos no orçamento familiar. Sendo que, somados podem provocar danos consideráveis nas finanças pessoais. Este tipo de despesas são aquilo que podemos designar por gastos-formiga. E agora que já sabe do que falamos, saiba como reduzi-los e simultaneamente ver as suas poupanças a crescer.

A pente-fino

Primeiro, comece por analisar desde o início do mês, todas as suas despesas diárias e registe-as. Pode usar o smartphone se não quiser acumular talões. No final do mês, some não só o total dos gastos-formiga na sua generalidade, mas também o valor gasto por cada hábito (café, lanche, gorjetas, garrafas de água, bolos, raspadinhas, etc.). Depois de ter a noção real do destino do dinheiro que parece “desaparecer” todos os meses, registe tudo aquilo que não possível abdicar. Quanto aos restantes gastos, se o objetivo é poupar ou chegar ao final do mês com algum dinheiro na carteira, há decisões a tomar.
Lembre-se que é nestes pequenos hábitos que podem se concentrar as maiores despesas. Por isso, pode optar por tomar café em casa, abdicar do pastel de nata e optar por levar marmita para o trabalho. Quanto às demais, trata-se de uma boa altura para ponderar no que de facto é mais importante. Aproveite e analise se todas as despesas fixas se justificam: a mensalidade do ginásio, os extras na mensalidade da TV cabo, a(s) assinatura(s) – se não lhes dá o uso devido, cancele-as ou renegoceie-as.

Por impulso nunca!

As compras por impulso são regra geral uma parcela importante dos gastos-formiga, e é algo que deve aprender a controlar. Habitue-se a fazer listas do que precisa, – seja do  supermercado, vestuário ou calçado, para a casa, etc. – e guie-se exclusivamente por elas. Ir ao supermercado com fome e sem lista, ou entrar nas lojas “só para ver” é meio caminho andado para adquirir coisas que não fazem falta. Se se deparar com uma peça de roupa ou um gadget “de sonho”, espere até passarem dois ou três dias para confirmar se realmente faz falta e se justifica. Se a resposta for afirmativa, confirme online se não consegue um preço mais acessível.

Pouco dinheiro na carteira

Evite ter na carteira uma quantia de dinheiro que não é necessária para os pequenos gastos do dia a dia. E não, não vale compensar depois com o cartão. Olhos que não veem… Pode dividir o orçamento predefinido para estas despesas pelo número de semanas por mês, e retirar diariamente a quantia previamente definida. O que sobrar do dia anterior pode ser colocado num mealheiro, e no final do mês ser acrescentado à sua conta-poupança. Encontrou uma nota ou algumas moedas num bolso do casaco? Deposite-as também no mealheiro.

Use uma app

Super práticas, as apps concebidas especificamente para ajudar a seguir um orçamento são excelentes aliadas. É o caso da Mint e da Quicken, entre outras, que facilitam muito o controlo dos gastos diários, semanais e mensais, ajudando inclusivamente a descobrir onde pode poupar.


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